ESTEIRA ETNIA MEHINAKO

 

Medidas: 60 cm X 53 cm X 1 cm

Peso: 0,200 kg

Codigo: 4161

 

 

Esteira Xinguana

A esteira xinguana é essencial na produção do polvilho,

um dos principais alimentos nas culturas do Alto Xingu.

Tradicionalmente feitas pelas mulheres, de talas de buriti

e ornamentadas com trançados de fios de algodão, elas servem

para lavar a massa da mandioca, separando delao polvilho e o líquido venenoso da

mandioca brava.

A esteira é colocada aberta sobre uma panela de barro grande, como se fosse uma

tampa. Aos poucos a índia coloca um punhado da massa da mandioca, que há

pouco foi ralada. Com uma cuia ela joga água sobre a massa e fecha a esteira.

Repetidas vezes ela lava a massa e a espreme com a esteira.

O polvilho decantado no fundo da panela vai ser usado para fazer o beiju.

Algumas esteiras, menores e mais trabalhadas, de trançado mais complexo e

fechado, servem também como "bandeja"; ou "prato"; para um visitante ou pessoa

importante da aldeia.

Dentro dela um lindo peixe assado envolto por um beiju quentinho, feito na hora. Sal e

pimenta, servidos a parte, a gosto…De utilidade simples, mas único no universo da arte indígena.

 

ESTEIRA ETNIA MEHINAKO

€42,72
ESTEIRA ETNIA MEHINAKO €42,72

ESTEIRA ETNIA MEHINAKO

 

Medidas: 60 cm X 53 cm X 1 cm

Peso: 0,200 kg

Codigo: 4161

 

 

Esteira Xinguana

A esteira xinguana é essencial na produção do polvilho,

um dos principais alimentos nas culturas do Alto Xingu.

Tradicionalmente feitas pelas mulheres, de talas de buriti

e ornamentadas com trançados de fios de algodão, elas servem

para lavar a massa da mandioca, separando delao polvilho e o líquido venenoso da

mandioca brava.

A esteira é colocada aberta sobre uma panela de barro grande, como se fosse uma

tampa. Aos poucos a índia coloca um punhado da massa da mandioca, que há

pouco foi ralada. Com uma cuia ela joga água sobre a massa e fecha a esteira.

Repetidas vezes ela lava a massa e a espreme com a esteira.

O polvilho decantado no fundo da panela vai ser usado para fazer o beiju.

Algumas esteiras, menores e mais trabalhadas, de trançado mais complexo e

fechado, servem também como "bandeja"; ou "prato"; para um visitante ou pessoa

importante da aldeia.

Dentro dela um lindo peixe assado envolto por um beiju quentinho, feito na hora. Sal e

pimenta, servidos a parte, a gosto…De utilidade simples, mas único no universo da arte indígena.